quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Bruxelas quer criar agência europeia contra ciberataques



A Comissão Europeia propôs a criação da Agência da União Europeia (UE) para a Cibersegurança para melhorar a resposta e a prevenção contra ameaças através das tecnologias digitais na União Europeia. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

Para dotar a Europa de instrumentos adequados para lidar com os ciberataques, a Comissão Europeia propôs medidas destinadas a reforçar o setor da cibersegurança na UE e que incluem um novo sistema europeu de certificação que garanta que os produtos e serviços no mundo digital são seguros.

A agência terá por base a atual Agência para a Segurança das Redes e da Informação e receberá um mandato permanente para ajudar os Estados-membros a prevenirem e a responderem eficazmente aos ciberataques. Está também prevista uma melhor partilha de informações e conhecimentos sobre ameaças, por intermédio da criação de centros de partilha e análise de informações.

Por seu lado, o reforço da capacidade da UE para a cibersegurança passará, segundo a proposta, pela criação do Centro Europeu de Investigação e de Competências em matéria de Cibersegurança, um projeto-piloto a ser lançado no próximo ano.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Scrumday Portugal nos dias 2 e 3 de outubro


A Scrumday Portugal vai realizar-se no auditório da EDP, na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, nos dias 2 e 3 de outubro.

Como gerir informação, modelar agilidade e automatizar processos são os principais focos da conferência apoiada pela APDSI.

Ao participar na SCRUMDAY PORTUGAL® 2017 - edição de Lisboa, os responsáveis pelas áreas tecnológicas das empresas têm a oportunidade de contactar líderes de pensamento técnicos e executivos que tenham necessidades e planos específicos para implementar práticas ágeis nos seus respectivos negócios.

As inscrições podem ser feitas aqui.

Sócios da APDSI com desconto na inscrição no IDC Directions 2017



O IDC Directions 2017 vai realizar-se no dia 19 de outubro, no Centro de Congressos do Estoril.

A APDSI proporciona aos seus sócios o acesso ao evento a um preço especial, com 50% de desconto.

Nesta 20.ª edição, o IDC Directions, o principal evento de TIC e Transformação Digital em Portugal, vai dar a conhecer as principais orientações sobre como devem os executivos nacionais liderar a estratégia de Transformação Digital (DX) das suas organizações. Qualquer que seja o seu papel na economia digital, o IDC Directions 2017 irá disponibilizar-lhe insights pertinentes sobre o futuro próximo.

O IDC Directions 2017 pretende partilhar as principais previsões da IDC e dos principais players do setor para o mercado global, no que diz respeito ao próximo capítulo da 3.ª Plataforma Tecnológica, dos Aceleradores de Inovação e da transformação digital das organizações a decorrer no período compreendido entre 2017 e 2020.

Ao fazer aqui a sua inscrição reforce que se inscreve enquanto associado da APDSI.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

APDSI coorganiza edição de 2017 da iniciativa portuguesa sobre Governação da Internet



A Iniciativa Portuguesa sobre a Governação da Internet é uma plataforma nacional de diálogo que reúne atores sociais, públicos e privados e a sociedade em geral para informar, refletir e debater de forma aberta e interativa, a temática da Governação da Internet, cada vez mais relevante nos panoramas nacional e internacional.

A edição de 2017 é coorganizada pela ANACOM, APDSI, DNS.PT, FCT, IAPMEI e pela ISOC Portugal, e decorrerá em Lisboa, nas instalações do IAPMEI, no dia 29 de setembro de 2017.

Veja aqui o programa completo e faça a sua inscrição.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Laboratório de realidade virtual mais avançado da Península Ibérica inaugurado hoje em Vila Real


O laboratório de realidade virtual mais avançado da Península Ibérica foi inaugurado hoje, em Vila Real, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

Localizado na Escola de Ciência e Tecnologia (Polo I) no campus da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), em Vila Real, o novo laboratório do INESC TEC (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência) representa um investimento de cerca de 700 mil euros, segundo a mesma nota.

O MASSIVE Virtual Reality Laboratory distingue-se por estudar a estimulação dos cinco sentidos em aplicações de Realidade Virtual, não só no que diz respeito à investigação fundamental, mas também a um nível aplicacional: "o fator diferenciador do MASSIVE está na produção de soluções de realidade virtual multissensorial que permitem criar ambientes mais credíveis e eficazes em áreas como a educação, treino e certificação, indústria, turismo ou saúde".

O laboratório está equipado com as mais recentes tecnologias na área da Realidade Virtual, que se encontram organizadas em quatro espaços diferentes: sala experimental, sala experimental multissensorial, sala de controlo e sala de questionários. O objetivo, agora, é tornar o laboratório um espaço aberto à colaboração com a comunidade académica e industrial.

Atualmente estão já a decorrer três projetos no laboratório. Veja, mais abaixo, um vídeo que mostra as diversas valias do MASSIVE.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Bruxelas aplica multa recorde à Google


A Comissão Europeia multou a Google num valor recorde de 2,4 mil milhões de euros, por práticas anti concorrenciais mas a gigante tecnológica vai recorrer. A notícia está a ser veiculada pela imprensa internacional.

A Google quer reverter a decisão ou, pelo menos, reduzir o valor da multa imposta por Bruxelas, por abuso de posição dominante nas pesquisas relacionadas com comparadores de preços.

A sanção foi a maior de sempre por práticas anti concorrenciais alguma vez imposta pela Comissão Europeia. "A Google abusou da sua posição dominante no mercado de motor de busca, conferindo uma vantagem ilegal a outro produto Google, o seu próprio serviço de comparação de preços", lê-se no comunicado oficial da decisão.

Margrethe Vestager, comissária europeia para a Concorrência, criticou a estratégia da empresa para o seu serviço de comparação de preços, que "não era apenas a de atrair clientes tornando o seu produto melhor do que o dos seus concorrentes". Em vez disso, "a Google abusou da sua posição dominante no mercado na vertente de motor de busca, promovendo o seu próprio serviço de comparação de preços nos seus resultados de pesquisa e despromovendo os dos concorrentes", acrescentou a responsável.

A concorrência na atualidade económica já merecia a atenção da APDSI em 2007. Recorde aqui.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Até dia 30 pode manifestar-se sobre o Regulamento Geral de Proteção de Dados



O Regulamento Geral de Proteção de Dados, que vai ter efeitos práticos a partir de 25 de maio de 2018 e grandes implicações na forma como os dados pessoais são tratados, está a trazer algumas preocupações, sobretudo para as empresas que passam a estar sujeitas a multas elevadas (podem chegar aos 20 milhões de euros).

Enquanto a transposição da diretiva está a ser preparada, os interessados podem pronunciar-se sobre algumas das opções a seguir, no site do Governo, até 30 de setembro.

Novas regras na forma de tratamento dos dados pessoais, na aplicação do direito ao esquecimento e na portabilidade da informação estão no centro do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados que foi definido pela Comissão Europeia e que tem de ser transposto para a legislação portuguesa.

Vários estudos e análises realizadas em Portugal mostram que as empresas e o sector público estão pouco preparados para as novas regras do RGPD, apesar do conhecimento e da importância reconhecida do tema. O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI), a Associação para a Promoção e desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) e a Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG) divulgaram recentemente um estudo que mostra que das mais de 1.600 pequenas e médias empresas inquiridas apenas 3% tinham um plano a decorrer para garantir conformidade com o RGPD em maio de 2018. 44% admitiram não ter qualquer plano, enquanto cerca de 14% referem ter apenas ações pontuais em áreas específicas.

Na informação partilhada destacam-se algumas das áreas onde há que tomar opções, nomeadamente o tratamento de dados genéticos, biométricos e de saúde, o tratamento de dados em contexto laboral, o consentimento das crianças e a idade mínima a aplicar, o direito à portabilidade e ao apagamento dos dados, conhecido como o direito a ser esquecido.

No ano passado a APDSI organizou a conferência "Novo Regulamento de Proteção de Dados - Preocupações, desafios e oportunidades para as empresas" que pode recordar aqui.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Conferência e-Government 2017 - A transformação digital do Estado e o desenvolvimento da Sociedade



A APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação - organiza a conferência "e-Government 2017 - A transformação digital do Estado e o desenvolvimento da Sociedade".

O evento realiza-se no dia 4 de outubro, entre as 8h30 e as 13h00, no Auditório da Torre do Tombo, em Lisboa, sob coordenação dos Grupos Permanentes "Democracia, Administração e Políticas Públicas" e "Desmaterialização e Gestão de Processos" da Associação.

A Secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, vai estar presente na sessão de abertura.

Desde o início da simplificação e modernização administrativa até se chegar à transformação digital, muitas iniciativas têm sido feitas nas últimas décadas e muitas se preparam para o futuro próximo, no âmbito de um Governo eletrónico, desejavelmente ao serviço da Sociedade Civil. Neste momento, a APDSI considera ser pertinente avaliar o impacto dessa evolução nos cidadãos e empresas, ponderando e propondo opções que reforcem a competitividade e a sustentabilidade dos nossos agentes económicos.

Mais do que procurar aferir o sucesso do que foi feito, importa delinear estratégias que, além do Estado, vejam a sociedade como um todo. Mais do que comunicar a missão de cada uma das organizações do Estado, importa debater com os cidadãos que as integram que ações futuras se pretendem e quais os efeitos que delas esperamos. Mais do que um evento para o Estado, pretende-se que este seja um evento para todos, sobre o papel do Estado na transformação digital da Sociedade.

No final da sessão é feita a entrega do "Prémio APDSI e-Gov 2017" ao projeto que a Associação entende que, em 2017, se destacou na área do e-Government.

Consulte o programa detalhado no site oficial da APDSI.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias e devem ser feitas aqui.



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Site mostra o voto de cada deputado



Há um novo site que pretende pretende mostrar o trabalho dos deputados quase em tempo real. Hemiciclo.pt foi desenvolvido por David Crisóstomo e Luís Vargas e, segundo os próprios, tem por objetivo aproximar os cidadãos da democracia.

Ao Diário de Notícias, Luís Vargas disse acreditar que o hemiciclo.pt pode criar «uma grande afinidade pelo nosso regime democrático. Há sempre a ideia de que não se sabe bem o que se passa ali, há uma falta de informação do que se passa no Parlamento».

Os autores do site admitem que, ao navegar no site oficial da Assembleia da República, qualquer cidadão «experimenta uma grande dificuldade» em pesquisar informação, nomeadamente sobre quem votou o quê. O hemiciclo.pt surge na sequência da petição n.º 405/XII, entregue a 13 de junho de 2014 na Assembleia da República, com o título "Saber como votam os representantes do povo". «A própria Constituição prevê isso e a República Portuguesa assinou um acordo europeu que garante esse nível de transparência», explicou Luís Vargas ao DN.

Perante isto, David Crisóstomo, estudante finalista de Economia, e Luís Vargas, designer industrial de formação, hoje mais dedicado à informática e ao webdesign, imaginaram um site que pudesse responder a esta falta de transparência do site oficial. «Foi o desafio inicial, mas depois pensámos fazer mais com esta informação recolhida», apontou.

Crisóstomo e Vargas fazem questão de sublinhar que o site não tem qualquer ligação política: «É uma coisa mais sóbria, sem opinião. O objetivo é ser completamente neutro. Independentemente das nossas orientações ideológicas, este será um bom contributo para aproximar os cidadãos da política», concluem, à publicação.

Já este ano a APDSI também se debruçou sobre a presença e desempenho político online na conferência "Voto Eletrónico Para Todos os Portugueses".

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Empresa de tecnologia de segurança cibernética alerta para os riscos de robôs



Robôs e "zonas escuras" das estruturas de TI agravam ambiente de risco online. O alerta foi deixado no relatório "Vetores de Risco Cibernético", relativo ao primeiro semestre de 2017, da Aker N-Stalker, empresa de tecnologia de segurança cibernética.

Segundo o documento, que foi apresentado publicamente em São Paulo, no Brasil, no encontro "Gartner Security & Risk Management Summit 2017", as vulnerabilidades aumentam devido a erros banais como passwords fracas, acesso e downloads de arquivos de origem desconhecida e sobre-exposição nas redes sociais. A empresa elaborou, entretanto, uma lista com os procedimentos adequados a adotar online que pode consultar aqui.

O ambiente online, segundo o estudo, vai-se tornando mais complexo a partir de novos alvos de cobiça, como as bitcoins, o uso de engenharia social e a criação de avatares falsos.

O documento também destaca como problemas crescentes o emprego da inteligência artificial e da robótica pela comunidade do crime e a exploração de dados empresariais de valor a partir de "ondas escuras" das estruturas de TI, que aumentam com a expansão da nuvem e do emaranhado de dados velozes do ambiente da big data.

O avanço da Internet das Coisas (IoT), um fenómeno até há pouco tempo encarado como tendência de futuro, mas hoje uma realidade presente nos lares, escritórios, fábricas e comboios, navios e estradas, é outro vetor emergente reportado no relatório.

Em combinação com essas tendências, os criminosos recorrem a tecnologias cada vez mais sofisticadas, como a engenharia social, a análise preditiva de padrões e técnicas de criptografia para apropriação e controlo de servidores de terceiros.

Para Rodrigo Fragola, CEO da Aker N-Stalker, as empresas de tecnologias têm de ter um papel mais ativo na disseminação de práticas de segurança cibernética, não só para grandes empresas, mas principalmente para as PMEs, que constituem os elos mais fracos da rede.

De recordar que a APDSI, através do Grupo Segurança na Sociedade da Informação (GSSI), realizou a conferência "Privacidade e Segurança na Sociedade da Informação - Lições Aprendidas 2015" a 16 de dezembro de 2015. Questões como a privacidade e segurança e os respetivos impactos na economia e na sociedade foram debatidas na altura.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Plataforma Digital da Justiça «facilita o acesso a informação e a serviços como certidões judiciais»



O Governo acredita que a Plataforma Digital da Justiça, lançada na terça-feira, dia 29 de agosto, terá adesão quer de utentes quer de profissionais do setor, já que facilita o acesso a informação e a serviços como certidões judiciais.

Em declarações à imprensa, a secretária de Estado da Justiça, Anabela Pedroso, sublinhou que a criação desta plataforma permite "melhorar e agregar toda a informação" e serviços online da justiça destinados aos cidadãos e profissionais ligados ao setor.

"Por outro lado, permite fazê-lo com uma linguagem e com uma simplicidade que eu diria que é 1, 2, 3, 4, ou seja pedir, processar, pagar e receber", explicou Anabela Pedroso, referindo que esta "transformação digital" implicou um investimento de 520 mil euros, com verbas provenientes do Fundo de Modernização da Justiça.

A mesma responsável vincou que não se trata de um portal, que é sempre visto como uma coisa "estática", mas de uma plataforma dinâmica que pretende aproximar-se das pessoas, quer na área dos tribunais, quer dos registos ou de outras atividades do Ministério da Justiça.

Afastando a ideia de "complexidade" por vezes associada à utilização dos serviços online, a plataforma agora estreada permite, por exemplo, pedir uma certidão judicial eletrónica, pedir o registo criminal ou saber o estado em que se encontra um determinado processo executivo (cobrança de dívidas e penhoras).

Anabela Pedroso admitiu que esta plataforma digital ajudará a desanuviar o atendimento presencial de pessoas que se deslocam à Loja do Cidadão e a outros serviços da justiça para pedir os mesmos documentos que agora podem ser obtidos online.

"Hoje em dia temos uma enorme afluência de público aos locais físicos para pedir o cartão de cidadão, o passaporte ou a certidão", reconheceu a governante, observando que a plataforma digital pode desempenhar um papel importante no agendamento de quem pretende deslocar-se a uma Conservatória ou a uma Loja do Cidadão para tratar de um serviço ligado à justiça.

Como teste, a certidão judicial eletrónica já foi lançada há alguns dias, tendo Anabela Pedroso avançado que já houve cerca de 2.500 pedidos, o que traduz a "adesão absoluta" por parte de advogados e outros profissionais da justiça.

O passo seguinte, disse, é alcançar a adesão dos cidadãos num país em que existem cerca de 5,5 milhões de utilizadores de Internet.

A secretária de Estado reconheceu, contudo, que um produto como este só vai ter sucesso se continuar a apresentar "melhores serviços e cada vez mais céleres e simples" para os cidadãos, beneficiando a simplicidade, sem prejudicar a segurança jurídica.

De recordar que a "Justiça Eletrónica" foi uma das áreas mais explorada pela APDSI nos últimos anos. Em 2012 foi apresentado o estudo "e-Justiça II", como pode ver aqui.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

ANACOM tem novo presidente


A Anacom tem um novo presidente. Em nota enviada à imprensa, a Autoridade Nacional de Comunicações informa que João Cadete de Matos é o novo líder do regulador, sucedendo a Fátima Barros.

Também se sabe que no primeiro semestre do ano o regulador das comunicações aplicou coimas no valor de 1,68 milhões de euros em 53 infrações. Um ano antes, não chegou ao milhão de euros. E enquanto a ERC analisa a operação de compra da Media Capital pela Altice (que detém a PT), a administração do grupo de media mostra-se confiante de que a política de recursos humanos que a Altice seguirá beneficiará os trabalhadores e trará mais oportunidades de negócio na área dos media. Considera ainda que o preço acordado é adequado, mas que podia ser mais alto.

Já a Altran Portugal promete realizar em Lisboa uma das iniciativas de recrutamento de eleição para as áreas de engenharia e tecnologia na zona centro do país. O TECH Sunset vai decorrer a 5 de setembro e tem mais de 40 propostas de emprego para os jovens talentos. 



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Elon Musk diz "não" a soldados-robô


Elon Musk e Mustafa Suleyman estão a intervir junto da ONU numa tentativa de proibir o desenvolvimento e utilização de armas inteligentes e autónomas, capazes de disparar mísseis sozinhas. A notícia é do site The Verge.

De recordar que o primeiro polícia-robô começou a funcionar no Dubai em maio.

A eventual criação de soldados-robô está a ser discutida nas Nações Unidas mas encontra resistência por parte de alguns nomes bem conhecidos da comunidade tecnológica, sobretudo da inteligência artificial, como Elon Musk, o empresário e milionário responsável pela Tesla, e de Mustafa Suleyman, fundador da empresa de inteligência artificial DeepMind Technologies, que foi comprada pela Google.

Os dois empresários juntaram-se a outros 116 especialistas de 26 países para alertar a ONU sobre os perigos de dotar máquinas de guerra com inteligência artificial. Esta espécie de "abaixo-assinado" pede para que seja proibida a utilização e o desenvolvimento de soldados, veículos, drones e armas que não dependem de mão humana. Apesar das críticas de que Elon Musk está a ser alvo, por querer desenvolver um carro 100% autónomo, o empresário defende-se dizendo que o caso muda de figura quando o assunto são máquinas autónomas capazes de disparar armas e de tomar essa decisão sozinhas. «É preciso distinguir um carro autónomo de outro que, sem intervenção humana, decide disparar um míssil», afirma.

A ONU aprovou recentemente a abertura de discussões formais sobre o tema com o objetivo de regulamentar este tipo de armamento: drones, tanques e robôs.

«Assim que forem desenvolvidas armas autónomas e letais, estas vão permitir levar a cabo conflitos armados numa escala nunca antes vista e numa dimensão temporal nunca imaginada, mais rápida do que a compreensão humana. Podem ser armas de terror, armas vulneráveis a hacks e utilizadas por terroristas contra populações inocentes. Não temos muito tempo para agir», lê-se na carta assinada pelos dois e enviada à ONU.

Já Manuela Veloso, professora da americana Carnegie Mellon University (CMU) e co-fundadora da RoboCup Federation,  disse, no workshop da APDSI a 24 de maio que «não estamos habituados a ver robôs a andarem ao nosso lado como se fossem pessoas ou animais». Leia a documentação resultante desse evento aqui.


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Há nova versão da plataforma SaphetyGov


A versão 6 da SaphetyGov, a plataforma eletrónica de contratação pública da Saphety, já está disponível e tem uma nova área dedicada a fornecedores da administração pública.

O novo SaphetyGov, que surge com uma imagem renovada e várias melhorias, disponibiliza ainda uma nova área relativa a serviços avançados. Segundo a PC Guia o objetivo da nova versão é facilitar a interação entre os fornecedores e entidades adjudicantes.

Os utilizadores podem aceder às novas funcionalidades de pesquisa por categoria ou localização.

A disponibilização destes serviços na plataforma SaphetyGov traz, segundo a Saphety, «novas vantagens para o setor empresarial, com o objetivo de simplificar os processos desempenhados pelas empresas que estabelecem relações comerciais com a administração pública».

De recordar que, em 2014, a APDSI abordou precisamente os recursos do Estado, através de uma apresentação de Jaime Quesado, presidente da ESPAP, na conferência intitulada "Administração Pública Eletrónica 2014 - O que falta fazer?".

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Brasil na lista de países com a Internet mais lenta



O Brasil é um dos países com a mais lenta velocidade de ligação à Internet. Um estudo feito este mês pela Ookla coloca o Brasil na 70.ª posição do mundo em termos de velocidades de ligações fixas e móveis à Internet.

Face a anos anteriores, a Internet brasileira tem visto a sua velocidade subir muito lentamente ao longo do tempo. As ligações são tão fracas que colocam o país atrás de territórios menos desenvolvidos como o Líbano, a Guatemala, o Perú, a Malásia, a Bósnia e o Sri Lanka, entre outros.

Se analisarmos as velocidades de acesso à Internet por banda larga fixa, o Brasil fica na 72.ª posição entre os 133 países do ranking. As velocidades médias de download são de 16,42 Mbps e de 6,46 Mbps de upload. No ano passado indicavam 13,57 Mbps para download e 4,92 Mbps para upload.

No que diz respeito à Internet móvel, a posição é ainda mais baixa: a 76.ª posição, mas que ainda assim apresenta uma evolução mais rápida. Em julho deste ano registou-se uma velocidade média de ligação de download de 14,91 Mbps e de 5,93 Mbps de upload, valores superiores aos do período homólogo em que se verificavam 11,49 Mbps para download e 4,31 Mbps para upload.

A Internet fixa mais rápida do mundo está na Singapura: 154,38 Mbps de download e 151,64 Mbps para upload.

Em Portugal as velocidades médias de acesso à Internet têm descido. Este ano a Internet móvel registou valores mais lentos o que levaram o país a perder seis lugares na classificação (19,86 Mbps). Do lado da Internet fixa, a perda não foi tão significativa: apenas duas posições.

De recordar que, em 2011, já a APDSI debatia questões relacionadas com as diferenças de velocidade nos acessos à Internet em Portugal no evento "Net Neutrality - Neutralidade da Internet: Problemática, estado da arte em Portugal".

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Gurus mundiais da tecnologia na Alfândega do Porto a 20 de setembro



A 3.ª edição da Porto Tech Hub Conference terá lugar no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, onde a 20 de setembro são esperados mais de 1000 espectadores para assistir à conferência internacional que, desde 2015, reúne no Porto alguns dos mais reputados especialistas mundiais da área tecnológica para debater e apresentar as últimas tendências do setor.

Este ano, o maior evento de tecnologia realizado no Porto vai estrear um novo formato, apresentando oito oradores que vão abordar, ao longo de um dia inteiro, temas diversos que vão do conteúdo técnico, a tendências tecnológicas, passando por perspetivas mais abrangentes sobre as tecnologias de informação.

A associação Porto Tech Hub, entidade organizadora do evento, já revelou os nomes dos primeiros três oradores com presença confirmada na edição de 2017: Simona Cotin, Cloud Developer Advocate da Microsoft; Benjamin Fuentes, Bluemix & Blockchain Advocate da IBM; e Simon Ritter, Deputy Chief Technology Officer da Azul Systems.

Depois de, na última edição, ter contado com a participação de speakers nacionais e internacionais de empresas de renome, como a Google, Spotify, The Guardian, Facebook e Ebay, a Porto Tech Hub assegura que,  nas próximas semanas, serão anunciadas mais surpresas.

«No ano passado tivemos 650 pessoas no Hard Club e uma procura largamente superior à nossa capacidade, pelo que este ano optamos por um local maior. Por outro lado, entendemos abandonar a realização de conferências em simultâneo, para permitir que todos os participantes possam ouvir todas as talks, não tendo que optar entre duas em que gostariam de estar presentes», destaca Paula Gomes da Costa, presidente da associação Porto Tech Hub, em comunicado enviado à imprensa.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Em novembro a APDH fala sobre "Integração de Cuidados e Literacia em Saúde"



A APDH - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar - está a organizar a Conferência "Integração de Cuidados e Literacia em Saúde - Capacitar o Cidadão no SNS", em colaboração com o Núcleo de Apoio Estratégico do Ministério da Saúde (MS) e o patrocínio institucional da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Em simultâneo vai também decorrer a 11.ª edição do Prémio de Boas Práticas em Saúde®, nos dias 23 e 24 de novembro, na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa - ESTeSL.



sábado, 5 de agosto de 2017

Portugal ganha duas medalhas de bronze nas Olimpíadas Internacionais de Informática 2017


O secretário de Estado da Educação, João Costa, e o presidente da Direção da APDSI, Luís Vidigal, estiveram na passada sexta-feira, dia 4 de agosto, no aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, para receber a equipa portuguesa que representou Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Informática que decorreram em Terrão, no Irão.

Portugal conquistou duas medalhas de bronze. Os alunos premiados foram Duarte Nascimento, aluno do 12.º ano da Escola Secundária da Amadora, e Henrique Navas, aluno do 12.º ano da Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa.

Já a 10 de junho, os oito primeiros classificados da Final das Olimpíadas Nacionais de Informática participaram no CIIC (Concurso Ibero-Americano de Informática e Computação), cujas medalhas foram também entregues na cerimónia de encerramento das IOI’ 2017. Esta competição internacional juntou 96 concorrentes oriundos de 13 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, México, Perú, Portugal, Porto Rico, República Dominicana e Irlanda (como país convidado).

Aqui, Portugal obteve cinco medalhas, sendo que duas medalhas de prata foram conquistadas por Kevin Pucci e Henrique Navas e as três medalhas de bronze foram obra de Guilherme Penedo, Duarte Nascimento e Tiago Verdade.

O Secretário de Estado da Educação tem vindo a manifestar o seu apreço pelos jovens em várias iniciativas. Sobre a sua presença na informática, João Costa já admitiu em diversas ocasiões ser uma área fundamental para o desenvolvimento de competências importantes para o futuro da população mais jovem.

Desde 1992 que Portugal participa neste evento, enviando os seus melhores alunos selecionados através das Olimpíadas Nacionais de Informática, um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em todo o território nacional.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Reino Unido está a fazer uma consulta pública sobre Inteligência Artificial


O governo inglês quer saber quais as consequências económicas, éticas e sociais que a introdução de sistemas de inteligência artificial poderá ter na economia. Para isso, segundo a imprensa britânica, o comité da Câmara dos Lordes para a Inteligência Artificial (IA) convocou especialistas e outros cidadãos para uma consulta pública, sobre os sistemas e sua aplicação, assim como "soluções pragmáticas" para eventuais problemas.

No grupo inclui-se o debate de assuntos como o surgimento monopólios por parte das grandes empresas e os naturais benefícios a eles associados. Também pode vir a ser necessário uma maior compreensão pública sobre a IA e surge a hipótese de o governo ter de desempenhar um papel na regulação da utilização dos sistemas.

A medida surge numa altura em que a IA está a atrair cada vez mais a atenção do setor das TIC, dos decisores políticos, mas também do público em geral. "O comité pretende usar os resultados da consulta para perceber que oportunidades existem para a sociedade no desenvolvimento e uso da IA, assim como os riscos quem podem existir", descreve o presidente do comité, Lord Timothy Clement-Jones, em comunicado.

Num estudo, a Royal Society recomendou o planeamento e gestão cuidadosas da implantação da tecnologia para garantir que os benefícios sejam partilhados pela sociedade.

O comité prevê apresentar os contributos até setembro e conclusões até março de 2018.

Em maio a APDSI também abordou, em conferência com a professora Manuela Veloso, os possíveis problemas e consequências adversas e favoráveis da inteligência artificial e da robótica. Encontra todos os resultados da conferência aqui.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Olimpíadas Internacionais de Informática começam hoje em Teerão


Começam hoje em Teerão, no Irão, as Olimpíadas Internacionais de Informática. Portugal vai estar representado por quatro alunos do 10.º e 12.º anos de escolaridade. São eles: Henrique Navas, Duarte Nascimento, Kevin Pucci e Guilherme Penedo.

Kevin Pucci, de 15 anos, e Henrique Navas, de 17 anos, já conquistaram duas medalhas de bronze nas Olimpíadas Internacionais da Matemática que decorreram também este mês no Rio de Janeiro, Brasil. Ambos conquistaram uma medalha de bronze cada.

De recordar que os alunos finalistas foram apurados nas Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI'2017), um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em todo o território nacional. Desde 1992 que Portugal participa neste evento internacional.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Estratégia para as TIC até 2020 tem três eixos principais



Foram aprovados em Conselho de Ministros, de 2 de março, e publicados ontem em Diário da República, como Resolução do Conselho de Ministros n.º 108/2017, a Estratégia TIC 2020 e os respetivos Planos de Setorias TIC de cada uma das 17 áreas governamentais.

A Resolução do Conselho de Ministros n.º 33/2016, de 3 de junho, constituiu o grupo de projeto denominado «Conselho para as Tecnologias de Informação e Comunicação na Administração Pública» (CTIC), que, em cumprimento desta resolução, elaborou a Estratégia TIC 2020, assente em três eixos específicos que consagram doze medidas concretas que é aprovada pela RCM 108/2017.

Além de aprovar a Estratégia TIC 2020 e os Planos Sectoriais TIC, a RCM determina que a AMA, I.P. será responsável por efetuar a monitorização dos mesmos, os Representantes Ministeriais publicam anualmente Planos de Projetos e Investimentos TIC e que a implementação da Estratégia deve ser concluída até 31 de dezembro de 2020.

A Estratégia para as TIC até 2020 reparte-se em três eixos principais:
- A promoção da integração e da interoperabilidade;
- Inovação e competitividade, em torno das quais se agregam mais de 500 medidas transversais e setoriais;
- O uso de realidade aumentada no desenho físico de novos serviços, por exemplo, através da utilização na prototipagem de espaços de atendimento ao cidadão.

Leia aqui o documento com toda a Estratégia.



segunda-feira, 24 de julho de 2017

Debate na SEDES sobre "Novo Paradigma Para a Credibilidade do Estado"


A SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social vai promover um debate destinado a discutir a importância da credibilização do Estado intitulado "Novo Paradigma para a Credibilidade do Estado". O encontro vai realizar-se na próxima quinta-feira, dia 27 nas instalações da SEDES - Rua Duque de Palmela, 2 - 4.º Dt.º, Lisboa.

O debate realiza-se entre as 18h30 e as 20h00.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição para o mail conferencias@sedes.pt.

PROGRAMA

PAINEL I - Reflexão sobre a situação atual

- A Credibilidade do Estado - por Pedro Borges de Lemos
- A Comunicação Social na Credibilidade da Governação e das Instituições - pelo Diretor do Jornal "O Público"
Moderadora - Isabel da Veiga Cabral

PAINEL II - Contributos para a criação de um novo paradigma

Regulamentação - Responsabilização e Criação de um Código de Conduta - por Eduardo Vera Cruz Pinto
- A Sociedade Civil Como Entidade Fiscalizadora Independente: Papel da SEDES - por Álvaro Beleza - SEDES
Moderadora - Marta Rangel



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Governo vai criar Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço


O Governo vai criar um "grupo de projeto", que virá a ser designado como "Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço". A decisão foi anunciada em Conselho de Ministros.

Com esta medida o Governo pretende garantir uma abordagem «transversal e integradora das várias sensibilidades, necessidades e capacidades dos diversos setores com intervenção no ciberespaço do país». A estratégia nacional de segurança do ciberespaço tem como propósito garantir a proteção e a defesa das infraestruturas críticas e dos serviços vitais de informação, bem como a utilização livre, segura e eficiente do ciberespaço por cidadãos, empresas e entidades públicas e privadas.

Em comunicado pode ler-se que a estrutura terá como missão «assegurar a coordenação político-estratégica para a segurança do ciberespaço e o controlo da execução da Estratégia Nacional de Segurança do Ciberespaço e da respetiva revisão».

Promover a discussão sobre como conjugar fatores com impacto nas nossas vidas, tanto os associados à proteção dos dados pessoais, como os relacionados com a adaptação aos desafios das novas soluções num contexto de estímulo e promoção da economia, é, há vários anos, uma das preocupações da APDSI. Recorde aqui uma das nossas atividades sobre privacidade online.

terça-feira, 18 de julho de 2017

UNESCO adotou os princípios da Ciência Aberta



A UNESCO adotou os princípios da Ciência Aberta na Declaração de Genebra, que tem em vista a implementação da Agenda 2030 e o cumprimento dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nela estabelecidos. O anúncio foi feito pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

"Robotização e espaço" são prioridades para o novo Plano Nacional de Ciência e Tecnologia.

A iniciativa pretende estimular a partilha aberta do conhecimento entre a comunidade científica, a sociedade e as empresas, de forma a ampliar o reconhecimento e o impacto socio-económico da ciência.

A decisão foi tomada no âmbito da conferência "Mobilizing UNESCO Chairs in the Natural Sciences for Policy Action towards the 2030 Agenda" que se realizou na Suiça e onde esteve Maria Fernanda Rollo, secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES).

Ainda no que diz respeito a este programa de democratização do conhecimento, o governo protuguês prepara a Política Nacional de Ciência Aberta, na qual se insere a Open Access Week 2017. O evento vai realizar-se entre os dias 23 e 29 de outubro. A edição deste ano vai contar com um colóquio acerca desta iniciativa, focado especialmente na paz e no desenvolvimento.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Ameaças aos dispositivos móveis e IoT podem aumentar


Ameaças aos dispositivos móveis e à Internet of Things podem aumentar. O alerta foi deixado na conferência de utilizadores de tecnologia WeDo onde cerca de 43% dos operadores de telecomunicações presentes acreditam que os dispositivos móveis constituem a área tecnológica mais exposta.

Um inquérito desenvolvido pela WeDo Technologies, envolvendo 64 empresas, revela que os operadores de telecomunicações consideram os dispositivos móveis, área citada por 43%, e as redes IoT (39%) os mais vulneráveis a riscos de fraude.

No global, 64% dos operadores prevê adotar soluções em cloud computing nos próximos quatro anos. Um grupo de 43% pretende fazê-lo num prazo de dois a quatro anos e os restantes 21 consideram fazê-lo já nos próximos 12 meses.

terça-feira, 11 de julho de 2017

Vai ser criado um sistema de informação cadastral simplificada sobre a região afetada pelos incêndios


O Conselho de Ministros aprovou um decreto-lei para a criação de um sistema de informação cadastral simplificada sobre a região atingida pelos incêndios. Os municípios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Pampilhosa da Serra, Penela e Sertã vão ser alvo de mais esta medida resultante do Conselho de Ministros da passada quinta-feira, dia 6. A notícia foi divulgada pela agência Lusa, com base num comunicado do Conselho de Ministros.

A decisão estabelece medidas excecionais de contratação pública por ajuste direto para suportar o desenvolvimento do projeto.

Com a medida, o Governo pretende facilitar a identificação dos limites das propriedades e dos seus titulares no que respeita à área geográfica afetada, de forma a acelerar a inventariação de danos e prejuízos causados. "O regime aprovado permitirá agilizar os processos aquisitivos, administrativos e financeiros para o desenvolvimento do sistema de informação cadastral simplificado, com regras de transparência e concorrência", lê-se na nota.

Também foi aprovado um decreto-lei que permite à administração central e aos municípios, a título excecional, "proceder à contratação de empreitadas de obras públicas, de locação ou aquisição de bens e serviços".

De recordar que o assunto do cadastro há muito que preocupa a APDSI. Recorde, aqui, as palavras do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação na Natureza numa conferência da APDSI sobre o tema em 2014.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

itSMF apresenta a norma ISO/IEC TR 38502:2014 na sessão de junho de IT'S TIME TO TALK ABOUT



Na edição de 29 de junho de IT’S TIME TO TALK ABOUT, a itSMF apresentou a ISO/IEC TR 38502:2014 que pretende estabelecer e clarificar as diferenças entre Governação e Gestão das TI.

A ISO/IEC TR 38502:2014, que será brevemente publicada em português, fornece um modelo que ilustra a relação entre governação e gestão, e identifica as responsabilidades associadas a cada uma. A norma vem na sequência da NP ISO/IEC 38500:2015 que, apesar de fornecer orientações para o órgão de governo das organizações avaliar, direcionar e monitorizar a utilização das TI nas suas organizações, torna-se pouco clara em relação aos papéis de governação e de gestão.

Para minorar estas dificuldades no desenvolvimento de orientações consistentes sobre governação e a implementação eficaz de práticas de governação, a ISO/IEC TR 38502:2014 fornece orientações para os órgãos de governo, para os gestores, para consultores ou os que prestam assistência à governação das organizações, bem como para os demais profissionais envolvidos no desenvolvimento de normas nas áreas de governação e gestão das TI.

O sucesso dos investimentos nas tecnologias de informação depende do valor que consigam gerar seguindo um conjunto de regras que devem ser cumpridas para o atingir. Se houver falta de ética na organização, esse valor não é real e acabará por a afetar, diz o consultor José António Costa, um dos oradores do encontro.

O modelo desta norma faz o enquadramento da componente da governação (Governo das Nações) e da forma como deve encaixar na componente de gestão. «Na maioria das vezes há confusão entre os dois termos. Esta norma surgiu precisamente para se esclarecer a diferença entre ambos. A governação das tecnologias de informação é um subconjunto da corporate governance», esclareceu José António Costa.

A governação não lida com o trabalho “no terreno”. É, isso sim, a entidade que dá as orientações para a gestão seguir. O grau de dependência das empresas das TI é, hoje, tal forma elevado, que não se pode descurar o quanto esses requisitos têm de estar alinhados com a governação corporativa. As políticas que definem os princípios para a boa governação das TI são definidas pela governação e comunicadas à área da gestão.

Ainda que os papéis fiquem melhor definidos com a aplicação da norma ISO/IEC TR 38502:2014, Nádia Lopes, da EVERIS, admite que, neste momento, o grau de alinhamento entre ambas é diminuto apesar de se terem registado melhorias ao longo do tempo. Um bom exemplo citado nesta matéria foi o das organizações que já têm uma Information Technology Infrastructure Library (ITIL), que funciona de acordo com os objetivos do negócio.

Do lado da academia, Luísa Domingues, do ISCTE, afirma que gostaria que houvesse um maior envolvimento das universidades com a comunidade prática. «Na academia os problemas não são vividos da mesma forma com que vocês os encaram. Há um certo distanciamento da realidade, o que pode ser bom mas também é mau», reconheceu. O distanciamento das universidades da comunidade prática não ajuda na exemplificação de casos práticos o que é necessário para, segundo a professora, «percebermos as vossas prioridades senão corremos o risco de criar modelos estratégicos que depois não se conseguem aplicar».

O debate contou com a moderação de Luís Azevedo, da itSMF. O IT’S TIME TO TALK ABOUT de 29 de junho decorreu na Fundação Cidade de Lisboa.

O futuro visto pelos olhos dos jovens de Telheiras



Como é que as novas tecnologias vão influenciar a Educação? E qual o papel da internet no futuro da saúde? As relações humanas estão a mudar por causa das redes sociais?

Estas foram algumas das perguntas às quais um grupo de 13 alunos da área de Economia do 11.º ano da Escola Secundário Vergílio Ferreira tentou dar resposta a 6 de junho.

Num evento intitulado "Game Over", promovido pela Associação para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) em parceria com o Agrupamento de Escolas Vergílio Ferreira, estes jovens olharam para a influência das novas tecnologias nos próximos 20-25 anos em 5 áreas da sociedade: Educação e Ensino, Saúde, Trabalho, Entretenimento e Tempos Livres, e Vida em Sociedade e Privacidade.

A sessão funcionou como teste-piloto de um projecto que a APDSI quer alargar às escolas de todo o país e que se insere num trabalho continuado de discussão do futuro: «A APDSI tem vindo a apostar bastante no desenvolvimento de várias linhas que abordam o futuro. Começou com o grupo de trabalho apelidado "Futuristas", onde se debatem dois cenários para o futuro, um de continuidade, outro de disrupção. Depois a importância desta discussão começou a extravazar e denotámos que em outros grupo de trabalho esta contextualização começou a fazer sentido», explica Henrique Mamede, membro da direção da Associação e responsável pelo projeto.

Para a APDSI, o envolvimento dos jovens é fundamental, até porque «as gerações mais antigas não estarão cá para vivenciar esse mesmo futuro, pelo que faz sentido perceber a visão que os jovens têm hoje do que poderá ser a sociedade daqui a 20/25 anos, já que serão eles nessa altura que estarão no pleno do seu desempenho e vivência». Além disso, «são eles os nativos digitais e a compreensão que têm da sociedade não é deturpada por terem vivido num tempo sem Internet, telemóveis e outras questões tecnológicas. Estes jovens são, na realidade, o futuro!», acrescenta Henrique Mamede.

Esta não foi a primeira vez que aqueles alunos pensaram nas implicações das novas tecnologias para ao futuro. No entanto, «a forma estruturada como decorreu a sessão e a troca de ideias com especialistas da área e pessoas que têm vivido de perto as decisões sobre os rumos a tomar pela sociedade enriqueceram de forma única aquele momento», referiram os participantes.

No final, ficou o desafio aos jovens: «Integrem os grupos de trabalho da APDSI e ajudem desde já a criar o futuro!».

Fonte: Viver Telheiras

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Já são conhecidos os alunos que vão competir nas Olimpíadas Internacionais de Informática em Teerão, Irão [ONI 2017]



Já são conhecidos os quatro alunos que nos vão representar nas Olimpíadas Internacionais de Informática 2017, que se vão realizar em Teerão, no Irão, de 28 de julho a 4 de agosto:

Henrique Navas - 12º ano da Escola Secundária D. Filipa de Lencastre (Lisboa)
Duarte Nascimento - 12º ano da Escola Secundária da Amadora (Amadora)
Kevin Pucci - 10º ano do Ag. Esc. Dr. Júlio Martins (Chaves)
Guilherme Penedo - 12º ano da Salesianos do Estoril (Estoril)

De recordar que as Olimpíadas Nacionais de Informática (ONI’2017), um concurso de âmbito nacional, promovido e organizado pela APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, em colaboração com o Departamento de Ciência de Computadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, é destinado aos jovens que frequentam o ensino secundário ou o ensino básico em todo o território nacional.

Os quatro primeiros classificados da final nacional, que decorreu a 11 de junho, vão representar Portugal nas Olimpíadas Internacionais de Informática 2017 em Teerão, no Irão, de 28 de julho a 4 de agosto.

Desde 1992 que Portugal participa neste evento, enviando os seus melhores alunos selecionados através das Olimpíadas Nacionais de Informática, organizadas pela APDSI.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

IT’S TIME TO TALK ABOUT de 29 de junho: apresentação da ISO/IEC TR 38502:2014



O sucesso dos investimentos nas tecnologias de informação assenta no benefício direto ou indireto que o mesmo traz para a organização. Para isso, esses investimentos devem estar alinhados com a estratégia, prioridades e necessidades do negócio.

A norma NP ISO/IEC 38500:2015 fornece orientações para o órgão de governo das organizações avaliar, direcionar e monitorizar a utilização das TI nas suas organizações. Há, porém, confusão em relação aos papéis de governação e de gestão, o que tem dificultado o desenvolvimento de orientações consistentes sobre governação e a implementação eficaz de práticas de governação.

A ISO/IEC TR 38502:2014 que será brevemente publicada em português pretende clarificar a distinção entre os conceitos de governação e gestão em relação às TI, fornece um modelo que ilustra a relação entre governação e gestão, e identifica as responsabilidades associadas a cada uma. 

Esta norma fornece orientações para os órgãos de governo, para os gestores, para consultores ou os que prestam assistência à governação das organizações, bem como, para os demais profissionais envolvidos no desenvolvimento de normas nas áreas de governação e gestão das TI.

Na próxima edição do IT’S TIME TO TALK ABOUT, a realizar no dia 29 de junho, iremos apresentar a ISO/IEC TR 38502:2014 e lançar mais uma vez o debate em torno das questões relacionadas com a Governação e Gestão das TI.

Data e local:
• Data: 29 de junho de 2017
• Horário: 17h15 - 19h00
• Local: Fundação Cidade de Lisboa, Campo Grande 380, 1700-097 LISBOA

Agenda:
17h15: Receção dos participantes e café de boas vindas
17h30: Abertura, Luís Braga, itSMF Portugal
17h35: Mesa de debate: “ISO/IEC TR 38502:2014 - Governação das TI”  

Moderador: 
• Luís Azevedo, itSMF Portugal 

Painel: 
• José António Costa, Consultor 
• Luísa Domingues, ISCTE
• Nádia Lopes, EVERIS
19h00: Encerramento

Inscrições:
A inscrição é gratuita mediante registo aqui.

terça-feira, 27 de junho de 2017

APDSI promoveu um workshop sobre o Futuro da Educação



Minjuan Wang, professora de Learning Design e Tecnologia na School of Journalism and Media Studies, especializada nos aspetos socioculturais da educação online, esteve pela primeira vez em Portugal para participar no workshop da APDSI sobre “O Futuro da Educação - Teaching is dead? Long live Learning”. Para a professora, o futuro da educação passa, à semelhança de tantos outros “futuros”, por soluções na cloud num misto de ensino à distância e ensino presencial.

Minjuan Wang tem assinado vários artigos científicos focados na educação inteligente e empreendedorismo e é editora-chefe da revista “EAI Transactions on Emerging Technologies and Pedagogies for Education”. Enquanto especialista em educação, a keynote speaker acredita que os alunos do futuro serão conquistados por uma experiência de ensino social, com oportunidades de conexão e networking, ensino emocional, que os faça sentirem-se bem, e uma experiência cognitiva que os leve a estudar, atraídos por uma presença real do professor que orienta ao invés de simplesmente debitar matéria.

Com as novas tecnologias disponíveis, os livros, em formato digital, tornam-se mais acessíveis, sendo esta outra das vantagens apontadas por Wang que destaca, ainda, a realidade aumentada como uma das experiências já testadas, com sucesso, no ensino (através da aplicação Aurasma), os cursos online e os vídeos. Tudo, sempre, com acompanhamento do professor: «Se dermos atenção aos alunos, vamos conquistar a atenção deles», acrescenta.

Já no mobile learning, Minjuan Wang vê vantagens na forma como os alunos se entregam à matéria: sentem, descobrem, filtram o que mais lhes interessa, conhecem e interagem. Com o ensino cada vez mais desenhado para o online, o modelo BYOD - Bring Your Own Device, está a tornar-se mais popular.

Adérito Marcos, professor da Universidade Aberta, afirma que o ensino à distância sempre se constituiu como o grande desafio da instituição que tem, no entanto, uma questão preocupante nos dias de hoje: o abandono das aulas mesmo por parte de alunos que pagam propinas. Maria de Lurdes Serrazina, professora do IPL, gostaria de ver os programas curriculares melhor adaptados ao online: «Só há ensino se houver aprendizagem. As tecnologias são um recurso importante mas o ensino tem de ser mais voltado para o aluno, de forma a que o papel do professor seja o de alguém que organiza o ambiente de aprendizagem».

Já António Domingos, professor da FCT / UNL, está confiante no futuro: «O professor não desapareceu e duvido que a tecnologia o substitua no trabalho do ensino. Proibir as ferramentas não é solução mas devem ensinar-se boas práticas de online». Miguel Mira da Silva, Professor do IST / UL, sublinha que, se nada for feito relativamente às novas tecnologias na sala de aula, as universidades correm o risco de ter «salas vazias porque os alunos sentem que não estão a aprender nada no modelo atual».

Para Raquel Vaz Patrício, Professora do Instituto Politécnico de Bragança, o sucesso do futuro passará por uma abordagem mista que permita um «convívio entre os mais velhos e os mais novos que resulta, sempre que se experimenta, num melhor comportamento dos mais novos na sala de aula ao valorizarem mais essa experiência do que a pesquisa por conhecimento».

O segundo painel de oradores da tarde foi constituído por representantes dos grupos parlamentares, onde se regista a ausência do PSD, e onde Porfírio Silva, do Grupo Parlamentar do PS, reconhece que as tecnologias abrem algumas possibilidades e fecham outras, daí que também acredite numa colaboração entre gerações na qual as novas formas de aprendizagem se integram bem nas novas gerações: «A escola tem de ser mais autónoma do ponto de vista das aprendizagens sem perder a referência curricular nacional».

Joana Mortágua, do Grupo Parlamentar do BE, também não vê vantagem no facto de haver grandes quantidades de informação disponíveis sendo, do seu ponto de vista, necessário aproveitar as inovações tecnológicas para o desenvolvimento de competências quer nos professores, quer nos alunos, o que implica uma mudança no sistema de avaliação. Opinião semelhante é partilhada por Ana Rita Bessa, do Grupo Parlamentar do CDS-PP, que defende ainda uma sensibilização maior para o ensino não superior onde «a utilização dos smartphones pode ser um princípio ao invés de se tentar que todos tenham um tablet».

Ana Mesquita, do Grupo Parlamentar do PCP, fala da necessidade de se perceber ao serviço de quem está a tecnologia «e mediante isso fazer opções políticas porque, ao nível dos programas, é preciso criar condições para os professores acederem à informação». Ana Mesquita não esqueceu, contudo, que o suporte papel é de grande importância no desenvolvimento da escrita. 

Do SIPE- Sindicato Independente de Professores e Educadores esteve Júlia Azevedo que elencou quatro pontos essenciais no combate ao hiato entre quem não nasceu na Era das novas tecnologias e quem já nasceu com elas: formação de professores, rejuvenescimento do corpo docente, acompanhamento da comunidade educativa na utilização das novas tecnologias, exploração e aproveitamento deste potencial ao serviço da criança e da felicidade.

José Manuel Gonçalves, da CONFAP - Confederação Nacional das Associações de Pais, não descarta, por completo, o papel dos pais neste “disciplinar” do uso das novas tecnologias, mas lembra que é aos professores que compete igualmente uma larga fatia no papel educativo: «Os pais confiam na escola mas a verdade é que há uma geração de professores que não lida bem com as novas tecnologias».

Coube a Etelberto Costa, do Conselho Estratégico da Futurália, fechar este segundo painel, moderado por Luís Vidigal, presidente da Direção da APDSI, deixando a mensagem de que os contextos e os conteúdos da escola têm de passar a ser centrados no aluno, incentivando-o à «aprendizagem ao longo da vida».

Minjuan Wang esteve no auditório INE da NOVA IMS, em Lisboa, a 23 de junho de 2017.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

4rd International Conference on Information Systems Security and Privacy - ICISSP 2018



A Conferência ICISSP (a 4.ª Conferência Internacional sobre Sistemas de Informação de Privacidade e Segurança), organizada pelo INSTICC (Instituto de Sistemas e Tecnologias de Informação, Controlo e Comunicação) e que conta com o apoio da APDSI, vai decorrer de 22 a 24 de janeiro 2018, no Funchal, na Madeira.

A Conferência Internacional sobre Segurança e Privacidade de Sistemas de Informação tem como objetivo criar um ponto de encontro para pesquisadores e profissionais que abordem desafios de segurança e privacidade que dizem respeito a sistemas de informação, especialmente em organizações, incluindo não apenas questões tecnológicas, mas também questões sociais. A conferência acolhe artigos de natureza prática ou teórica, apresentando pesquisas ou aplicações abordando todos os aspetos de segurança e privacidade, que preocupam organizações e cidadãos individuais, criando assim novas oportunidades de pesquisa.

O período de submissão de papers decorre até 31 de julho deste ano.

Encontra aqui mais informação.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Conferência "Cidades do Futuro - Conhecimento e Clusters"


A Câmara Municipal de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian organizam a conferência "Cidades do Futuro - Conhecimento e Clusters" a 26 de junho no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian.

A conferência pretende ser um espaço de debate e reflexão ao reunir peritos e instituições nacionais e internacionais e contribuirá para a análise de forças globais que possam ser decisivas para a competitividade, coesão social e a sustentabilidade futuras do Arco Metropolitano de Lisboa.

No mesmo dia é feito o lançamento público da Iniciativa LIFT - Lisbon Initiative For The Future que ambiciona a criação de uma iniciativa de cooperação regional com forte presença de atores internacionalizados que contribuam para enriquecer a "carteira" de actividades exportadoras do Arco Metropolitano de Lisboa.

Consulte aqui o programa completo.

Inscreva-se gratuitamente enviando um email de confirmação de presença para dmei@cm-lisboa.pt.